ÚLTIMAS NOTÍCIAS

O papel do vidro na arquitetura cubista

O cubismo foi um movimento que se originou nas artes plásticas, sobretudo nas pinturas, onde as formas geométricas, como cilindros e cubos, eram valorizadas. Buscava-se produzir um objeto ou figura humana de diversas perspectivas ao mesmo tempo, trazendo tridimensionalidade a obra. Mas o cubismo não ficou limitado apenas às artes plásticas, ele ganhou importância em diversos outras áreas, inclusive na arquitetura.

A influência do Cubismo na arquitetura foi indiretamente por meio de alguns outros movimentos artísticos e atualmente é uma tendência, onde o arquiteto transforma as formas geométricas, para conseguir um resultado que diverge dos padrões visuais mais comuns.
Um material de grande importância na arquitetura cubista contemporânea é o vidro.

Atualmente o vidro é um dos materiais mais versáteis e flexíveis existentes, garantindo aos arquitetos ousar na criatividade, criando estruturas que mesclam a luz, elegância e principalmente segurança a um só projeto, seja em aplicações externas ou internas. E por conta de toda essa evolução que o vidro passa a cada dia, os profissionais sentem-se mais seguros em tentar desvendar todas as possibilidades de aplicação e inovar cada vez mais em cada novo projeto desenvolvido.

A Apollo Vidros é uma empresa que traz qualidade e excelência nos trabalhos com manejo de vidro, sendo líder no segmento e contando com profissionais especializados e experientes.




Atualmente há cada vez mais empresas preocupadas com o meio ambiente, adotando práticas sustentáveis em suas rotinas. Mas mesmo antes do conceito de sustentabilidade ser evidente na filosofia das empresas, a marca Heineken já mostrava uma visão sustentável, dando uma nova utilidade para as garrafas de cerveja vazia.

Em 1960, após uma visita ao caribe, o holandês Alfred Heineken, percebeu a quantidade de garrafas descartadas nas praias e a falta de materiais baratos para construir moradias para a população local. Ele decidiu pensar em algo que resolveria os dois problemas de uma vez só, ele então contratou o arquiteto John Habren para desenvolver uma nova garrafa que pudesse ser usada como tijolo de vidro após o seu consumo. E foi assim que nasceu a Heineken WOBO.

Por conta do seu recuo nos fundos que cabia o pescoço das outras garrafas, a WOBO poderia ser empilhada horizontalmente, assim como os lados também, reduzindo o uso de argamassa. Embora a ideia tenha sido bastante inovadora e de fato as garrafas fossem eficientes, ela não teve continuidade. Sendo que na época foram produzidas cerca de cem mil delas, nos tamanhos 350mm e 500mm.

Apesar de ter sido uma ótima ideia que foi recusada na época, hoje ainda existem duas construções feitas com o material localizadas em propriedades da Heineken, que comprovam a eficiência delas.