O muro de vidro é um material que se tornou uma grande tendência no mercado de construção civil, principalmente por ser uma estrutura que tem o papel de demarcar os limites de um terreno e de proporcionar mais segurança e proteção. Sem dúvidas, esses últimos aspectos são os primeiros pontos a serem destacados no momento da escolha.
Como o vidro utilizado na fabricação é o temperado, acaba sendo até seis vezes mais resistente do que os vidros comuns, além de não estilhaçar em casos de quebra. Um outro ponto positivo em relação a ele, é justamente sobre o seu material liso e escorregadio, o que acaba dificultando a ação de escalar o muro.
A sua transparência também deixa a residência mais segura, pois de acordo com especialistas, isso inibe a ação de criminosos, já que os mesmos seriam facilmente vistos agindo dentro da residência. Entre outras vantagens estão:
Favorece a luz natural do ambiente;
Sensação de leveza;
Menos custos com manutenção;
É possível escolher a altura do muro;
Facilidade na hora de limpar;
Durabilidade.
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Atualmente há cada vez mais empresas preocupadas com o meio ambiente, adotando práticas sustentáveis em suas rotinas. Mas mesmo antes do conceito de sustentabilidade ser evidente na filosofia das empresas, a marca Heineken já mostrava uma visão sustentável, dando uma nova utilidade para as garrafas de cerveja vazia.
Em 1960, após uma visita ao caribe, o holandês Alfred Heineken, percebeu a quantidade de garrafas descartadas nas praias e a falta de materiais baratos para construir moradias para a população local. Ele decidiu pensar em algo que resolveria os dois problemas de uma vez só, ele então contratou o arquiteto John Habren para desenvolver uma nova garrafa que pudesse ser usada como tijolo de vidro após o seu consumo. E foi assim que nasceu a Heineken WOBO.
Por conta do seu recuo nos fundos que cabia o pescoço das outras garrafas, a WOBO poderia ser empilhada horizontalmente, assim como os lados também, reduzindo o uso de argamassa. Embora a ideia tenha sido bastante inovadora e de fato as garrafas fossem eficientes, ela não teve continuidade. Sendo que na época foram produzidas cerca de cem mil delas, nos tamanhos 350mm e 500mm.
Apesar de ter sido uma ótima ideia que foi recusada na época, hoje ainda existem duas construções feitas com o material localizadas em propriedades da Heineken, que comprovam a eficiência delas.